A Cor Púrpura

Espetáculo A Cor Púrpura

De 12 de novembro a 19 de dezembro

Sexta-feira, às 20h

Sábado, às 16h e às 20h30

Domingo, às 17h.

 

Teatro Sérgio Cardoso – Sala Nydia Licia

É OBRIGATÓRIA A APRESENTAÇÃO DO COMPROVANTE DE VACINAÇÃO, DE ACORDO COM O DECRETO Nº 60.488, DE 27 DE AGOSTO DE 2021

 

Ingressos: 

Plateia central R$150,00 (inteira) R$75,00 (meia-entrada)

Plateia lateral R$120,00 (inteira) R$60,00 (meia-entrada)

Balcão R$90,00 (inteira) R$45,00 (meia-entrada)

Adquira aqui o seu ingresso.

 

Linguagem artística: Teatro Musical

Duração: 180 minutos

Classificação etária: 12 anos

 

Sinopse:

Vencedor dos Prêmios Pulitzer, Grammy e Tony, A COR PÚRPURA ganhou versão musical inédita no Brasil e agora retorna aos palcos após a longa pausa causada pela pandemia. O espetáculo tem direção de Tadeu Aguiar e versão brasileira de Artur Xexéo. Após temporadas de sucesso no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Salvador, o musical inicia a retomada de sua turnê por São Paulo, trazendo a cena a produção que consagrou o espetáculo: 17 atores, 90 figurinos, um palco giratório de 6 metros de diâmetro e uma escada curva com sistema de traveling em volta do cenário. Alice Walker foi a primeira escritora negra a ganhar o Pulitzer pelo seu livro A Cor Púrpura que continua contemporâneo ao retratar relações humanas, de amor, poder, ódio, em um mundo pontuado por estruturais diferenças econômicas, sociais, étnicas e de gênero. O livro A Cor Púrpura foi lançado em 1982. Com direção de Steven Spielberg, a obra foi adaptada para o cinema em 1985, recebendo 11 indicações ao Oscar. Escrito há mais de 35 anos, A Cor Púrpura é um musical baseado em uma história passada na primeira metade do século XX, na zona rural do Sul dos Estados Unidos, com personagens típicos dessa região. Com um elenco em sua maioria escolhido por meio de testes, o musical apresenta a trajetória e luta de Celie contra as adversidades impostas pela vida a uma mulher negra, na Geórgia, no decorrer da primeira metade do século XX. Na adolescência, a personagem tem dois filhos de seu suposto pai, que a oferece a um fazendeiro local para criar seus herdeiros, lavar, passar e trabalhar sem remuneração. Ela é tirada à força do convívio de sua irmã caçula Nettie e passa a morar com o marido Mister. Enquanto Celie resigna-se ao sofrimento, Sofia e Shug entram em cena, mostrando que há possibilidade de mudanças e novas perspectivas, esperança e até prazer. A saga de Celie é permeada por questões sociais de extrema relevância até os dias atuais como a desigualdade, abuso de poder, racismo, machismo, sexismo e a violência contra a mulher.

 

Ficha técnica:

Texto: Marsha Norman

Músicas: Brenda Russell, Allee Willis e Stephen Bray

Versão Brasileira: Artur Xexéo

Direção Geral: Tadeu Aguiar

Direção Musical: Tony Lucchesi

Elenco: Letícia Soares, Sérgio Menezes, Lílian Valeska, Flávia Santana, Jorge Maia, Alan Rocha, Ester Freitas, Analu Pimenta, Suzana Santana, Cláudia Noemi, Érika Affonso, Caio Giovani, Renato Caetano, Thór Jr., Gabriel Vicente, Leandro Vieira, Nadjane Rocha

Assistência de direção: Flávia Rinaldi

Produção de elenco: Marcela Altberg

Cenário: Natália Lana

Figurino: Ney Madeira e Dani Vidal

Desenho de luz: Rogério Wiltgen

Desenho de som: Gabriel D’Angelo

Coreografia: Sueli Guerra

Assistência de cenografia: Gisele Batalha

Assistência de Coreografia: Olívia Vivone

Assistência de direção musical: Thalyson Rodrigues

Coordenação de produção: Norma Thiré

Produção Geral: Eduardo Bakr 

 

Crédito da foto: Carlos Costa