São Paulo Companhia de Dança | Temporada 2021

São Paulo Companhia de Dança | Temporada 2021 no Teatro Sérgio Cardoso

 

De acordo com o Decreto 60.488 da Prefeitura de São Paulo, cada espectador também deve apresentar seu comprovante de vacinação original contra a Covid-19 (ao menos com a primeira dose) ou comprovante digital, disponível nas plataformas e-SaúdeSP, VaciVida ou ConectSUS. Menores de 12 anos não precisam portar o certificado. Quem se recusar a mostrar o documento não poderá entrar na sala.

 

De 24 a 26 de setembro

Sexta, às 20 horas

Sábado, às 16 horas e às 20 horas

Domingo, às 17 horas

 

Ingressos: 

Plateia R$70,00 (inteira) R$35,00 (meia)

Balcão R$45,00 (inteira) R$22,50 (meia)

Adquira aqui o seu ingresso.

 

Duração: 75 minutos

Classificação etária: Livre

Capacidade do teatro: 540 lugares

 

Programa on-line 

Repertório: Estreia de Giselle – Ato II, remontagem de Lars Van Cauwenbergh, com opção em audiodescrição | Agora, de Cassi Abranches

Datas: 02 e 03 de outubro

Horários: sábado, às 20 | domingo, às 17h

Online: www.youtube.com/AudiovisualSPCD e www.culturaemcasa.com.br

 

A Companhia leva para o palco do Teatro Sérgio Cardoso dois nomes cujas as trajetórias coreográficas estão intrinsecamente ligadas à SPCD: Lars Van Cauwenbergh e Cassi Abranches. Depois de assinar A Morte do Cisne, em 2019, para a São Paulo, Lars – que também é professor da Companhia – lança Giselle – Ato II, inspirada livremente no original de 1841 de Jules Perrot (1810-1892) e Jean Coralli (1779-1854). Apontada por estudiosos como o ápice do romantismo na dança clássica, Giselle vem recebendo inúmeras releituras ao longo dos séculos e agora chega ao repertório da São Paulo.

A Temporada de setembro da SPCD se despede com a premiada Agora, de Cassi. Eleita como melhor coreografia de 2019 pelo júri do Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), a obra se soma a outras três criadas pela coreógrafa paulista para o repertório da Companhia, que inclui ainda Gen (2014), o segundo ato de Schumann ou Os Amores do Poeta (2018) e Respiro (2020).

 

Ficha técnica das obras (por ordem de apresentação):

 

Giselle – Ato II (2021) – ESTREIA

Remontagem: Lars Van Cauwenbergh, a partir da obra de 1841 de Jules Perrot (1810-1892) e Jean Coralli (1779-1854)

Música: Adolphe Adam (1803-1856)

Iluminação: Wagner Freire

Figurino: Marilda Fontes

Cenografia: Vera Hamburger

Assistência de Cenografia: Fernando Passetti

Execução de cenografia (boca de cena e túmulo): Jorge e Denis Produções Cenográficas

Tratamento de Imagens: MR Estúdio Digital

Iconografia: Telão: foto de Cássio Vasconcellos/Bridgeman Images

Pernas: composição com gravuras de Jean Baptiste Debret cedidas pela Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin; de Charles Othon Frederic Jean-Baptiste de Clarac e de Friedrich Philipp von Martius (a partir de Thomas Ender e de Benjamin Mary) – Coleção Martha e Erico Stickel – cedidas pelo Acervo Instituto Moreira Salles

Visagismo: Augusto Sargo

Professora de Interpretação: Vivien Buckup

Este marco do balé romântico acompanha o romance entre a aldeã Giselle e Albrecht, um nobre disfarçado de camponês. Após ser traída por ele, a jovem, que tem o coração frágil, morre. No segundo ato, o príncipe, tomado pelo remorso, visita o túmulo de Giselle, mas é atacado pelas Willis. Elas são espíritos de moças mortas antes do casamento devotados a fazer os homens que ali aparecem a dançarem até seu próprio fim. Giselle – agora também uma willi – busca a todo custo proteger seu amado. O tom de despedida domina a cena: Giselle está pronta para perdoar Albrecht e deixá-lo partir em paz.

 

Agora (2019)

Coreografia: Cassi Abranches

Trilha Sonora Original: Sebastian Piracés

Iluminação: Gabriel Pederneiras

Figurino: Janaína Castro

Agora explora a palavra tempo em seus possíveis significados: musical com dinâmicas e sonoridades; cronológico com lembranças e expectativas; temperatura com diferentes graus e intensidades. A coreógrafa esculpe os movimentos no corpo de cada bailarino a partir dos ritmos musicais da trilha composta por Sebastian Piracés, que utiliza bateria e elementos de percussão afro-brasileiros, misturados ao rock contemporâneo e ao canto. A obra recebeu o Prêmio APCA de melhor coreografia de 2019.

 

Crédito da foto: Nanah D’Luize